sexta-feira, 22 de junho de 2012

Marco na hisória de 50 anos de estudo da sustentabilidade no esporte

Chega ao final a Conferência do Rio

Inspiradora, conectora! para nós que trabalhamos para unir esporte e sustentabilidade foi o início de um novo ciclo.

Mentes de Ferro encontrou muitas respostas, possibilidades de novos caminhos, muito parceiros em comunhão de ideias e ideais.

 Boas perspectivas foram traçadas na Rio + 20!

Há 50 anos  iniciavam-se os estudos para integrar os valores da sustentabilidade aos do esporte.

Pelas mãos do Professor  Lamartine Dacosta,  o Brasil  começou a conectar o atleta ao meio ambiente de forma sistêmica.

Rio de Janeiro, 21 de junho de 2012, foi fundada a

 Associação Brasileira para a Sustentabilidaded no Esporte

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Insistência, persistência,união empoderou Rio Eu Amo Eu Cuido


Serviço ambiental da restinga, conscientização você gosta da praia ou de praia?

Plantios durante os campeonatos de surf são feitos com envolvimento de surfistas renomados, com apoio dos patrocinadores do evento.

Liks sugeridos parapesquisa:
Crise segundo Albert Einstein;Escola Ecosurf – "achei que surfista sósabia falar uhuu!?"
Surfista é um ator político que vive nas bacias hidrográfica!

União faz a força, mas o surfista sofre preconceito

Surfista do Ceará fala sobre os crimes ambientais das empresas de energia eólica. As usinas foram instaladas em dunas! As lâminas de ventilação precisam estar super lubrificadas por conta disso. O óleo respinga na areia e além disso algumas torres de 90m explodem com o calor.

Este dado já foi citado no blog e a tecnologia que constrói as torres de fato não suportam o calor do Nordeste.

Os surfistas que ali estão se uniram para defendera pratica esportiva.

Ao tentar entrar em contato com os governos locais as autoridades perguntavam: como assim? um surfista no meu gabinete?

DIFICULDADES

Em Niterói, muita gente desanimada em relação a essas questões, agora é o momento!

Tito: "eu já estava quase desitindo, quando um amigo meu voltou a me motivar e fizemos um encontro mas poucos surfistas aprareceram, de que forma cativar os surfistas as escolinhas para as questões de gestão do meio ambiente?"

Dragagem do fundo da Baía de Guanabara e o bota fora está impactando em Itacoatiara. Este ano se viu uma qualidade de água que nunca foi visto. Que tipo de priai teremos daqui a dez vinte anos? o movimento foi crescendo. Carlos Minc escreveu para a gente e a sociedade resistiu e está pedindo que a dragagem seja feita com o menor impacyo possível.

Assine: preserveassim.org/botofora;

Surfista é uma comunidade tradicional

Surfando na Rio+20

Fórum brsileiro de Surf e Sustentabilidadechega na Rio+20 e é uma das poucas atividades da Conferência a unir esporte e sustentabilidade. Os surfistas aqui visam ao pratagonismo do surfista, ligar os atores por meio de uma rede ,envolver a comunidade do surfe para debater os conhecimenyos e a proteção de zonas costeiras, difundir eventos que já agem com sustentabilidade, como podemos gerir nosssos resíduos e como alcançar esses objetivos por meio dos nosso parceiros.

O que motivou este movimento foram algumas questões como a vulnerabilidade das comunidades do surf que perde praias para portos, etc., como essas comunidades afetadas estão se mobilizando, onde está o surfista nesses debates?

O movimento iniciou em 2009 com o surf sustentável que optou pela atuação em rede. Um movimento quando surge em rede ele nasce forte, naturalmente se amplia e depois se retrai. Aí entram os parceiros e o comprometimento. Participaram recentemente do sétimo fórum brasileiro de educação ambiental na Bahia, foi lá que surgiu a ideia de participação na Rio+20.

"A articulação surgiu para dar voz ao surfista para propor respostas à crise global".

Eles se organizaram e montaram uma carta "das 21 responsabilidades dos surfistas para um surf no século 21".

Algumas questões são a segurança no esporte, contra redes clandestinas de pesca artesanal, que motivou recentemente a morte de uma surfista e a reserva de algumas áreas destinadas à prática do esporte.

Surfistas são proibidos de surfar em locais de pesca estensiva, foram 49 mortes de surfistas afogados em redes de pesca artesanais. Mãe de vitima, Renata Turra, mandou uma carta pedindo a diminuição dos conflitos entre pescadores e surfistas. O instituto do Paraná de Pesca institui distancia mínima da orla, mas não é respeitada.

A REDE
Comunidade de aprendizagem, espaço de troca de conhecimento, fomento a iniciativas e novas tecnologias; fácil circulação de informação, interação entre os atores e se transforma em um banco de dados para qualquer um. Na rede existe um organograma de como foi o processo de criação do Fórum.

SURFANDO NA RIO+20 - parceiros

terça-feira, 19 de junho de 2012

VC promete amar e ser fiel ao PIB?


Susan Andrews, psicóloga e antropóloga, formada pela Universidade de Haward e representante do índice Felicidade Interna Bruta (FIB). Nos leva a uma viagem ao Butão, pequeno país dos Himalaias. O local estuda o FIB há mais de 15 anos, lá eles maximizam o FIB em detrimento do PIB.

O Butão levantou essa questão e a necessidade de se medir "crescimento econômico" para além da renda, saúde e educação, para dentro da ONU. O que resultou em colocar este índice para orientar, em um futuro próximo, as políticas públicas do mundo todo. A ideia do índice é avaliar não só os aspectos econômicos, mas os impactos do desenvolvimento em determinada sociedade em todas as dimensões da vida, o que se chama de ciência hedônica, tudo aquilo que traz bem-estar ao ser humano.

Em 5 anos, durante os anos 80 foram publicados 200 artigos os benefícios do bem-estar em sociedade. Nos últimos 18 meses já foram mais de 200 mil artigos sobre este tema publicados. Isso é ou não é um indicador alarmante sobre a importância dotema na sociedade contemporânea?

"Mais é demais!" - contradiz Suzan assim o slogan americano "mais é melhor"," por isso a felicidade americana caiu, a felicidade é um bom negócio". E se mede assim:

F= G (genes) +C (Condições) +AI (Atividades intencionais)

Dr. Richard Davidson - Wisconsim, EUA - "a felicidade pode ser praticada e apreendida".

"1 entre 4 americanos está infeliz ou deprimido, é o atual campeão mundial de transtorno mental, os suicidios entre adolescentes triplicaram. O PIB explodiu, mas a comunidade colapsou. Só a metade dos amenricanos recepcionam os vizinhos"

No Brasil o FIB é um processo de desenvolvimento sustentável, com valores essenciais, como: participação e protagonismo local + Atividades intencionais pesquisa e + co=criação. Os questionários nas comunidades ajudam a identificar as reais potencialidades e vocações, necessidades e urgências locais.


Fazer junto levanta o estado de ânimo, como a economia se beneficia?

Na ciência, há três trios básicos de construção da felicidade:
  • Pesquisar o bem-estar;
  • Elementos que criam felicidade;
  • Quando?Como?o quê?
Produção de saúde mais forte em pessoas mais felizes, menos custos do governo e privados com planos de saúde.

Generosidade, vc faz mais por si proprio quando faz mais pelo outro, imagina o potencial de transformação que isso tem para se alcançar o desenvolvimento sustentável.

Experiências em países  felicidade és uma situação de vantagem mútua.

  • Mensurar - a felicidade deverá se tornar os objetivos das políticas públicas, felicidade para além da diversão. Já existe o relatório mundial da felicidade. 
 Ban Ki-moon, o secretário-geral das Nações Unidas declarou: “O Produto Interno Bruto há muito que tem sido o critério pelo qual foram medidas as economias e os políticos. No entanto, não tem em consideração os custos sociais e ambientais do chamado progresso. Precisamos de um novo paradigma económico que reconheça a paridade entre os três pilares do desenvolvimento sustentável. O bem-estar social, económico e ambiental são indivisíveis. Juntos definem a Felicidade Global Bruta.” 

O relatório refere ainda que “a lógica dos economistas ocidentais do cada vez mais alto Produto Nacional Bruto está construído sobre uma visão da humanidade em completo desacordo com o conhecimento dos sábios, a investigação dos psicólogos (...) O economista assume que os indivíduos são decisores racionais, que sabem o que querem e como obtê-lo ou chegar o mais perto possível disso dado o seu orçamento. Os indivíduos importam-se em grande parte com o seu prazer especialmente através do seu consumo. (…) Cada vez mais entendemos que precisamos de um modelo de humanidade muito diferente."

Nova economia novos Indicadores - FIB

Butão, a experiência de um pequeno país muito p´roximo à natureza e a comunidade dentro do ambiente.
FIB - reconhece a felicidade como o maior bem comum a grande meta as outras coisas são meios para isso. A meta da felicidade é alcançada por indicadores e alocação de orçamentos q eftivMENTE gere a felicidade coletiva. Avaliar o progresso da sociedade de acordocom a sociedade e bem estar. Conjunto holístico de informações, capital social, ecológico, cultural humano. Mas atualmente o economico fala mais alto.

A mandala inteira move a sociedade para a felicidade esses domínios são: boa governaça, tempo e usos, cultura diversa, comunidade vitalidade, pisicologia , ecologia, vida com sustentabilidade, 33 GNH indicators.

Esquema de implimentação do FIB. Formulação - políticas de implementação - progresso medido - indice nacional.

Ferramentas de educação e as propostas são avaliadas e 60% dos indices terão que ser atendidos. 
9 domínios do FIB o tempo é um deles, o conceito do tempo pode ser definido de diversas formas, tempo médi gasto por atividades dentro e fora do trabalho. Cozimento 102 min por dia, 87 min por dia comer e beber 44 anos comendo e bebendo.

Sofrer com estresse é desnecessário, o senso de pertencimento é um tipo de padrão mais fraco nas capitais. Emoções cultivar e promover sentimentos e como reduzir, raiva frustação, as pessoassem trabalho tem um mal estar mental.

A felicidade é uma experiencia mas tem que ser construida coletivamente.

Movimento pró felicidade por parte do estado é essencial. 






No Butão o nivel de estresse está associadoà idade.

Carta das crianças para a Terra


As mensagens form escritas e desenhadas por crianças, jovens e adultos que passaram pelo Pier Mauá Armazém 4, onde um espaço do Ministério de Ciência e Tecnologia foi montado. Na área chamada como árvore da vida os visitantes podem escrever sua mensagem para a Terra e para os governantes.





segunda-feira, 18 de junho de 2012




Blues economy; classificar os resíduos conforme as suas possibilidades de energia e fabricar empregos verdes.
Decoupling????
Martin Lees – para manter ... a paz mde dois dólares por dia , conflitos pela água, natural world

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Comitê Jovens Empreendedores

FIRJAN E FIESP

Espaço das empresas no Forte de Copacabana busca sintetizar o que se busca ter nos debates no futuro: INTEGRAÇÃO SOCIAL.

Hoje, Jovens Empreendedores de São Paulo ouvem a história social do AfroReggae e como a tecnologia da organização ajuda empresas a se aproximarem dos mercados emergentes nas favelas cariocas.


Mediação de conflitos na favela é um dos expertises do AfroReggae

Nas empresas é cada vez mais comum a figura do mediador. Quando as empresas se encontram no meio do contexto de um evento com a Rio+20 deveriam se perguntar qual o seu papel? Um deles é se apropriar de tecnologias e metodologias sociais para falar com a comunidade. Os projetos de responsabilidade socioambiental corporativos bem sucedidos são antecedidos de  gestão de território que inclui fazer um diagnóstico comunitário, conversar, identificar as necessidades, potencialidade e vocações!

José Junior lembra que moradores das favelas não tinham parceiros no passado, agora todo mundo que estar lá. "O caro fica meio cabreiro, né?".

VISÃO DE FUTURO

Como os jovens e crianças hoje, moradores de comunidades cariocas recém pacificadas, estarão daqui a vinte anos? Essa geração viveu o domínio do tráfico. Na época o sonho deles era ser jogador de futebol, pagodeiro ou traficante. "Hoje você pergunta a um garoto e ele vai te dizer que quer ser policial".

"Nas novelas da Rede Globo é preciso criar os novos ídolos, o empresário de "Avenida Brasil" é o cadinho, um empresário, os vioes são vocês! O cara da favela que tem doutorado não é capa de jornal! mas se esse mesmo cara vem aqui e dispara um fuzil na tua cara ele ganha o mundo! O celino que tá aqui e tantos outros que o AfroReggae ajudou a transformar são os verdadeiros ídolos!"

RELAÇÕES E CONFLITOS SOCIAIS

"O tráfico hoje é mais letal, belicista! rola inveja quando por exemplo o Celino e o Mister M aparecem na capa do jornal como modelo.

A gente faz questão de deixar os policiais bons bem na fita! eu já fui preso por agressão a um policial ! e essa postura de aproximação com os policiais pode causar eventualmente desconforto para o pessoal nosso que trabalha no front nos núcleos do AfroReggae nas favelas"

FERRAMENTAS DE INCLUSÃO

"Audio visual será mais um, no meio da internet!"


"Momento especial no Rio o prefeito se relaciona com o governador e Presidência da República cada vez mais não havendo isso é capaz de reverberar para o social, não resolveu o problema mas melhorou bastante!

O Feijão (ex-traficante do acarí) é um exemplo de que no crime se aprende a respeitar hierarquia se entender este universo que pouco foi estudado é uma grande sacação! 
Agora o cerne da atuação do geverno é atacar aarma no Rio de Janeiro, pq a venda de drogas tem na Vieria Souto, Nova Iorque, mas arma?

É um exercício para nós a gente ter que lidar por exemplo com a ressocialização dos caras que mataram o Evandro!

SUSTENTABILIDADE

Jovens empreendedores perguntam o que o AfroReggae indica para a gente ajudar a mudar a realidade de hoje aindamais?
" a postura em casa é o começo, a sua empregada ajuda na estruturaçãoda sua família mas vc tá fudendo a estrutura dela, pq ela sai de casa às 05h e volta às 22h pra casa, não precisa ter a infra do afro pra fazer diferença basta ter um olhar diferenciado e encontrar caminhos para ação. O Betinho foio grande ícone falou disso há vinte anos atrás e nem foi mencionado até agora! ninguém precisa montar um AfroReggae para isso!


Rio+20 sem approach plural ou inclusivo


No Fórum de hoje percebi a necessidade de a Cúpula dos Povos ajudar a dar escala a tradução da Rio + 20 para a população.  Só a nossa imprensa não dará conta de informar! "A língua da Conferência, não poderia ser outro, é o Inglês" escutei de um voluntário hoje.


Os cientistas hoje falaram do sentido da produção acadêmica no contexto da economia verde.
Falou-se em uma Economia mais critica e produtiva, também e que os movimentos sociais não estão esperando os cientistras e sim as soluções. Que as soluções estão vindo das corporações que provocam novas políticas públicas. As corporações também devem dialogar com a comunidade científica, mas não servir a ela, no contexto do desenvolvimento sustentável a academia de ser ética e defender os prinícpios internacionais que regem esses valores da sustentabilidade.

Os cientistes devem ter um approach plural, um diálogo de multipartes. Aqueles que produzem os indicadores devem se envolver com as comunidades atingidaspela injustiça social.

Em vinte anos produziram os mais indicadores ambientais do que sociais. Nossa sociedade evoluiu mais em termos ambientais do que sociais.

O Brasil, com o programa Fome Zero  e outros programas de transferência de renda como Bolsa Família, Bolsa Escola, etc., conseguiram tirar da escassez absoluta milhares de brasileiros, mas precisamos de fato incluir socialmente e ambientalmente esses indivíduos e para isso precisamos provê-los de educação e fazê-los enchergar os benefícios dessa informação, como usá-la para transformar definitivamente a sua realidade e do seu entorno, qualificar a mulher,etc., para promover  a erradicação da pobreza, um dos temas da Rio+20.

No Brasil ainda tivemos avanços na redução do desmatamento, nas tecnologias e na legislação de controle de poluição, mas estes avanços ambientais não foram os mesmos na área social.

Países ricos, desenvolvidos, buscam hoje mitigar os impactos ambientais, pois a sociedade por lá - ainda que em transformação provocada pela crise que estourou a partir de 2007 e não parou mais de se expandir pelos EUA e Europa - não convive com a pobreza extrema com a qual convivemos.

Os cientistas por lá evoluiram suas teorias, tecnologias e inovações para beneficiar o ambiente natural, mas não evoluiu em indicadores e tecnologias sociais.

Focar em novos indicadores de desenvolvimento como índices que estrapolem os limites do PIB, talvez pressionem a evolução também na área social.

A Economia Verde propoe o equilíbrio entre as duas curvas evolutivas, o manejo sustentável, as cooperativas, novos negócios que substituam a velha fórmula onde um ganha o outro tem que perder, enfim estas foram algumas reflexões de hoje!

Partindo agora para:
https://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2012/06/TALK-SHOW-CJE-RIO+20_corrigido1.jpg

terça-feira, 12 de junho de 2012

Inspirado na prática esportiva ao ar livre movimento engaja atletas e sociedade na economia verde

 MENTES DE FERRO para unir Comunicação, Esporte & Sustentabilidade participa amanhã do
 

Até agora, mesmo às vésperas dos Jogos Sustentáveis de Londres e com a Rio+20 acontecendo nesta cidade "olímpica", não há nenhum documento que mencione como fazer a intersecção dos valores do esporte e da sustentabilidade.

Mas os cariocas inovam e criam movimento chamado Mentes de Ferro que pretende orientar os novos rumos do Marketing Esportivo, desta vez com elementos da sustentabilidade.

Nesta quarta a colheita será na Universidade Gama Filho!! não estaremos no Hub.

ONDE:
No prédio MR 8º andar (Auditório A) na UGF Unidade Piedade.
Mesa redonda mediada pelo professor Doutor Lamartine Pereira da Costa.
Participação do Movimento Mentes de Ferro, Daniela Polzin - Comitê Olímpico Brasileiro, Santiago Souza - Biólogo.

http://www.facebook.com/events/285341798228504/

Adaptação, mitigação x custos de recuperar


Forum de Ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento sustentável - PUC/RJ

Na Alemanha, Barbara Unmüssig (Diretora geral da Fundação Heirinch Böll), afirma que a palavra Sustentabilidade, já não é mais usada, pois SUSTENTABILIDADE lá já está vinculada a tudo: "previdência sustentável, saúde sustentável, etc." 

Em 2010, nos 10 anos da Fundação Böll no Brasil, Barbara já sugeria que também adotássemos a expressão "adequação para o futuro" como a mais apropriada. Uma tendência global que se confirmou hoje durante as discussões no Fórum de Ciência que acontece na PUC esta semana.

 Assuntos como a segurança alimentar e hídrica também foram tratados.
A causa da fame em países como a África vão desde as condições climáticas do continente, passando pela falta de aplicação de tecnologias, solo improdutivo, conflitos e guerras civis e o baixo aproveitamento das mulheres na agricultura por causa de aspectos discriminatórios e comportamentos culturais.


As sociedades como a africana, parte do Nordeste brasileiroe outros ainda SO-BRE-VI-VEM, pensam primeiro na urgência, no gênero de primeira necessidade, comer. Como pensar criticamente sobre sua própria situação? por que não tenho a mesma tecnologia que países como Israel, para irrigar e produzir na minha terra? Como pensar criticamente nas mudanças climáticas e preservação ambiental, boas p´raticas se nãotenho comida para dar aos meus filhos?

Por isso, programas como Fome Zero, Bolsa Família, etc. são tão importantes para a popularidade dos governantes, eles tiram a população do nada, mas é preciso oferecer oportunidades inteligentes de inclusão efetiva e decisiva para que a prosperidade e os benefícios da tecnologia tb afetem essas pessoas!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Notícias Rio+20

Fórum de ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento sustentável

Pontifícia Universidade Católica - PUC/RJ

Este Fórum é um dos eventos pilares da Rio+20. Acontecerá de 11 a 15 de junho.

Não é um evento aberto ao público, mas é possível se identificar e conseguir um credenciamento na hora.
O Fórum irá mostrar os benefícios da ciência para a transição a um modelo de vida mais justo, produção industrial mais limpa e pretende estimular o compartilhamento do conhecimento e promover novas redes de trabalho para criação de novas tecnologias.

As inteligências pensantes aqui reunidas - entre elas acadêmicos, o ministro brasileiro Marco Raupp (Ciencia, Tecnologia e Inovação), o secretário estadual do ambiente, Carlos Minc e outras autoridades - buscarão reportar, intermediar e inspirar a inovação para contribuir ao desenvolvimento sustentável. Na platéia Sergio Bresserman, economista ambiental, presidente do conselho da WWF e um dos cabeças da organização da Rio +20

Carlos Minc - ex-professor da PUC, ex-ministro do ambiente no governo Lula e atual secretário estadual do Rio - lembrou que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a adotar as metas de redução de emissões de carbono que contribuiu para reduzir pela metade o desmatamento na Amazônia. Ele destaca também que o Rio é o estado que menos desmata a mata atlântica e que aqui não haverá mais lixão, apenas aterros sanitários que levam a tecnologia que será discutida aqui para transformar parte deste lixo da cidade em energia.

"Não se pode dizcutir economia verde sem tecnologias e inivações verdes sem isso não se pode avançar nas discussões na Rio+20" - Minc.