segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ideias sustentáveis

Reproduzo este texto que recebi por email. Ana Bragança é advogada da Haztec e mandou estas ideias para o pessoal da p´s. Resolvi reproduzí-la no blog. Apreciem a inovação ambiental invadindo todas os setores de nossas vidas:


1. O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.
2. Todas as luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
3. Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel Maison Denvie, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.
4. Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
5. O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.
6. Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.
7. O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
8. Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.
9. Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.
10. Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de You can work.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Economia verde

Na postagem Retrospectiva Sustentável 2010 o blog falou em valoração da biodiversidade e como isso pode atrair empresas e organizações para assumirem compromissos efetivos com a redução dos impactos ambientais das atividades dos negócios.

A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês) é um estudo que foi divulgado no dia 20 de outubro, em Nagoya (Japão), durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP10).

Segundo o documento, os danos ao capital natural, incluindo florestas, mangues e pradarias variam de US$ 2 bilhões a US$ 4,5 bilhões ao ano, mas esse prejuízo não é formalmente contabilizado. O líder do estudo ligado ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o economista Pavan Sukhdev, defende que tal "invisibilidade" precisa mudar para que medidas sejam tomadas no sentido de salvar os ecossistemas, fontes vitais de alimento, água e renda.

"Não podemos tratar isso de fora leviana", alertou Sukhdev em entrevista coletiva. "Infelizmente, a ausência de uma lente econômica para refletir essas realidades tem significado que tratamos esses assuntos de forma negligente, que eles não são centrais nas discussões de política pública ou de negócios", criticou em seguida.

Sukhdev apresentou em Nagoya a parte final de diversos relatórios Teeb que analisam o valor da natureza, incluindo florestas que purificam o ar, abelhas que polinizam plantações e recifes de corais que abrigam milhões de espécies. O documento cita, por exemplo, que reduzir o desflorestamento pela metade até 2030 cortaria o dano causado pelo aquecimento global em mais de US$ 3,7 trilhões, enquanto que as abelhas da Suíça garantem uma produção comercial agrícola avaliada em US$ 213 milhões.

Economias emergentes como Índia e Brasil prometem usar o Teeb como guia. "No nível nacional, estamos discutindo a implementação de um estudo Teeb de nosso capital natural, e o setor privado brasileiro também planeja ir na direção de uma abordagem prática e sustentável", informou em nota o secretário do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias.

sábado, 25 de dezembro de 2010

BALANÇO SUSTENTÁVEL DE 2010

Uma breve retrospectiva 2010, com base no que disse André Trigueiro para CBN no dia 25 de dezembro.

Este ano foi marcado pela Conferência do Clima, de Biodiversidade, pelo sancionamento da Política Nacional de Resíduos Sólidos e mudança do Código de Florestas.

O ano de 2010 entra para a história com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Política vai mudar o comportamento dos municípios, ainda hoje 65% deles depositam seus resíduos sólidos a céu aberto, em lixões.

Segundo o blog do planalto a Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta inovações como a logística reversa, que determina que fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores realizem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema produtos como agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, todos os tipos de lâmpadas e eletroeletrônicos.
O texto prevê a introdução da responsabilidade compartilhada na legislação brasileira, envolvendo sociedade, empresas, prefeituras e governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. Estabelece, ainda, que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada o lixo para o recolhimento do mesmo, fazendo a separação onde houver a coleta seletiva. A indústria de reciclagem e os catadores de material reciclável devem receber incentivos da União e dos governos estaduais.
Os municípios brasileiros só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Terão prioridade no financiamento federal os consórcios intermunicipais para gestão do lixo.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos proíbe a criação de “lixões”, onde os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O PL também veta a importação de qualquer tipo de lixo.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, por meio dos incentivos e novas exigências, o país tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Deste total, 59% são destinados aos “lixões” e apenas 13% têm destinação correta em aterros sanitários.

Apesar do pioneirismo do Brasil em colocar em legislação prazos e metas referentes às emissões, por meio da elaboração da Lei Nacional de Mudança de Clima e Emissões de GEEs, na TERÇA-FEIRA, 26 DE OUTUBRO DE 2010 a Folha de São PAULO publicou matéria sobre o adiamento da regulamentação, ainda incompleta da Lei.

O governo prometeu para 2010 a regulamentação da lei do clima, que estabelece como o Brasil cumprirá as ambiciosas metas de redução de emissões de gás carbônico anunciadas na cúpula de Copenhague, mas pelo que tudo indica ficou para o próximo governo.

Sem a regulamentação, será letra morta a proposta brasileira de cortar de 36,8% a 38,9% suas emissões em 2020 em relação ao que elas seriam se nada fosse feito.

Lula já sancionou um decreto regulamentando o Fundo Nacional de Mudança Climática, que destinará dinheiro do setor do petróleo para ações de adaptação e corte de emissões. Previsto para ter R$ 800 milhões ao ano, o fundo começa com R$ 226 milhões em 2011. A verba será gerida pelo BNDES.

A implementação da lei, porém, fica para depois. E deverá ser incompleta: ela abarcará apenas cinco setores-desmatamento na Amazônia e no cerrado, agropecuária, siderurgia e energia.

Ficam de fora fontes significativas de CO2, como o pré-sal e o setor de transportes -o que mais queima combustíveis fósseis no país.

Isso se o decreto presidencial que regulamenta a lei para esses cinco setores for mesmo editado neste governo. Fontes próximas à discussão afirmam que o prazo é curto para que a Casa Civil possa formatar um decreto a ser assinado ainda por Luiz Inácio Lula da Silva.

Um dos motivos do atraso é o fato de que o inventário brasileiro de emissões, que baseará as projeções de quanto carbono o país lançará na atmosfera em 2020, só seria divulgado depois do prazo prometido para a regulamentação.

"Nós achávamos que teríamos as informações [sobre emissões] antes para a regulamentação da lei, mas tivemos de esperar terminar o inventário", disse Johannes Eck, assessor da Casa Civil.

As metas foram calculadas, em 2009, com base em uma estimativa preliminar, que apontava emissões de 2,7 bilhões de toneladas de CO2 equivalente em 2020.

PARA CANCÚN

Segundo Eck, o trabalho de projetar oficialmente as emissões deve levar semanas. "A ideia é ir para a COP com a regulamentação", afirmou, referindo-se à conferência do clima de Cancún, no fim de novembro. (O Blog não confirma se a regulamentação saiu a tempo da COP de Cancún)

Ambientalistas têm criticado a exclusão do pré-sal e dos transportes do decreto. "O pré-sal pode dobrar nossas emissões", diz Sérgio Leitão, do Greenpeace.

A secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Branca Americano, diz que não é preciso colocar todos os setores num mesmo pacote. Outros poderão ter suas metas incluídas na política do clima a partir do ano que vem.

CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA 

O desmatamento também foi um ponto positivo em 2010. As políticas desde a época de Marina Silva, passando por Carlos Minc e Izabela Teixeira fez cair o nível de desmatamento, mas não foram capaz de conter a degradação florestal.  A extração ilegal de madeira e as queimadas geram degradação florestal e são freqüentemente precursores do desmatamento. Atualmente, o desmatamento e a degradação são bem mais rentáveis do que manter as florestas intactas, já que os serviços ambientais não são remunerados, ainda.

Com o progresso dos estudos de economistas chamados verdes, que buscam valorar a biodiversidade, os serviços ambientais e a sabedoria dos povos tradicionais, o mundo em breve irá encontrar uma forma de envolver todos os setores da sociedade na contenção das mudanças climáticas que tanto afetam as formas de vida na terra.

A natureza entrega água limpa e a polinização das plantas para o homem e isto tem um valor econômico, este é o princípio dos serviços ambientais que empresas brasileiras começam a se apropriar, aliando aos interesses de manter o seu próprio negócio vivo e lucrativo no futuro.

As eleições brasileiras deste ano também mostram a força da mente sustentável invandindo o campo político. O fenômeno Marina Silva, com 20 milhões de votos, apresentaou ao mundo uma fatia crescente da sociedade brasileira comprometida com os valores da sustentabilidade.

Dilma e Serra demonstraram projetos mais consistentes do que apenas discursos sobre políticas ambientais. O assunto entra de vez no processo político brasileiro. Um novo modo de se fazer economia, bens e gerar riquezas para uma nação está intimamente ligado aos processos humanos, sejam eles estilo de vida e consumo mais consciente. Muito desse processo para ir a diante depende de políticas públicas sérias que incentive a classe empresarial, seus stakeholders, sociedade civil e organizações independentes.

PNAD 2010 verifica que saneamento básico ainda é falho no país. O Brasil ainda vive os problemas da idade média. Temos problemas para resolver como saneamento, água tratada, esgoto e tratamento de resíduos, mas temos uma Lei do Clima que coloca o país dentro do clube dos mais avançados em termos ambientais, quando vamos encontrar o equilíbrio e realmente avançar no que diz respeito ao desenvolvimento humano aliado à ecologia e todos os seus sistemas??

O PNAD mostra que as condições de habitação apresentaram melhora relativa no abastecimento de água, coleta de lixo e iluminação elétrica, enquanto a existência de rede coletora ou fossa séptica ligada à rede coletora segue como "o calcanhar de aquiles" das residências brasileiras.

Houve aumento absoluto no número de residências com fossa séptica ou rede coletora, passando de 34,1 milhões em 2008 para 34,6 milhões no ano passado. Contudo, o crescimento não foi suficiente para acompanhar o ritmo de avanço do número de domicílios. Com isso, o percentual de residências com rede coletora ou fossa séptica ligada à rede coletora caiu de 59,3% do total em 2008 para 59,1% no ano passado. É um passível ambiental terrível!! Vamos deixar para as futuras gerações como herança? Isso não está de acordo com a definição de desenvolvimento sustentável!

Quanto ao maior vazamento de óleo dos EUA, a BP viu a sua imagem mergulhada na própria lama que ela produziu . A Petrobras, segundo André Trigueiro fez bem o dever  de casa, ficou de olho no case BP. O aspecto negativo foi que a natureza mais um vez custeou o erro humano, além do que o “acidente” era evitável, conforme as investigações. Mas tudo tem o lado positivo e o bom que a Petrobras pode acompanhar, estudar e antecipar, dentro de projeções, o que a exploração de petróleo da camada do pré-sal pode ter de risco.

Belo Monte, a mega hidrelétrica no qual o processo de licitação não foi transparente, apesar de majoritariamente estar sendo construída com dinheiro público, foi um capítulo marcante no setor ambiental brasileiro em 2010. Como explicar o processo é dever de casa para o próximo governo, em 2011.

As Companhias Siderúrgicas, CSN e CSA continuam incorrendo em crimes ambientais e são protagonistas de mega vazamentos de produtos tóxicos no no Rio Paraíba do Sul. As Siderúrgicas precisam de processos mais claros e honestos com relação aos rios e à população. Conforme reportagem de O Globo de 9/12/2010:

CSN é multada em R$ 20 milhões por vazar resíduos tóxicos no Paraíba do Sul

RIO - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi multada em R$ 20,1 milhões por provocar o vazamento de resíduos de carvão mineral, altamente tóxico, no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda, nesta quinta-feira. O acidente aconteceu no dia 27 de novembro deste ano, na Estação de Tratamento de Efluentes do Alto Forno 2 da CSN, que levou à suspensão da captação de água nas estações de Pinheiral e Vargem Grande, da Cedae. A multa foi aplicada pelo Conselho Diretor do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA).

Além da multa pelo vazamento, a CSN já se comprometeu - através de um Termo de Ajustamento de Conduta firmado em outubro com a Secretaria Estadual do Ambiente e Inea - a investir R$ 216 milhões, das quais R$ 16 milhões em compensações ambientais e R$ 200 milhões em 90 ações, estabelecidas em um plano de ação com diversas obrigações e cronograma de execução que deverá ser concluído em três anos, com possibilidade de multas em caso de descumprimento.

As exigências à CSN foram o resultado de uma ampla auditoria, realizada entre setembro e dezembro do ano passado, após o vazamento de um material oleoso da unidade de carboquímicos que atingiu o Rio Paraíba do Sul. A auditoria concluiu que a siderúrgica, instalada há mais de 50 anos, não atendia aos padrões ambientais previstos na legislação. Correções já estão sendo feitas desde o acidente, segundo o Inea.Parte superior do formulário
Parte inferior do formulário

Vulcão adormecido na Islândia que deixou o mundo em colapso aéreo foi um evento natural, mas é um exemplo de que o ambiente vive de forma integrada e que um evento isolado pode ter efeito em outra região do outro lado do globo e de como estamos submetidos à força da natureza.

Código de Florestas ameaça áreas protegidas. Pelo texto do relator que modifica o Código, Aldo Rabelo (OS do B – SP), as propriedades rurais com até quatro módulos fiscais estarão desobrigadas da necessidade de manter reserva legal. Essas áreas representam as florestas protegidas.

Os ambientalistas enxergaram na medida uma carta branca para o desmatamento. Na Amazônia, por exemplo, um módulo fiscal pode passar de 100 hectares.
Sob pressão, Rebelo recuou e afirmou na terça-feira (29/06) que mudará o texto para impedir novos desmates. “Os pequenos produtores não estarão autorizados a se desfazer da vegetação nativa, só não serão obrigados a recompor a reserva legal”, defendeu. (o blog ainda não conferiu o código com a nova alteração).

Para se ter uma ideia, somente as áreas passíveis de novos desmatamentos em razão das novas regras para o Código Florestal são maiores do que todas as unidades de conservação e terras indígenas existentes no país. Outros 104 milhões de hectares já estão desprotegidos pela atual legislação. São áreas onde o desmatamento pode ser autorizado pelo poder público. Em APPs, o deficit de vegetação — que deveria estar preservada por força da lei — é de 44 milhões de hectares e, em reservas legais, de 43 milhões, conforme o estudo da USP.  O novo Código Florestal exime propriedades rurais de até quatro módulos fiscais(1) de definirem reservas que não podem ser desmatadas. É essa medida, somada à diminuição dos espaços de áreas de preservação permanente (APPs), a que mais vem despertando polêmica e reações contrárias ao relatório final do deputado.

ESTÁGIO ATUAL DA GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESAS NO BRASIL

Hoje, constatamos que as empresas brasileiras, ou mesmo aquelas instaladas aqui, mas com sede em outros países, estão empenhadas na busca por uma maior e constante sintonia com o conceito de sustentabilidade, conciliando suas necessidades econômicas, sociais e ambientais, elas criam um diferencial competitivo no mercado tornando cada empresa um microcosmo capaz de se reinventar para prosperar não só no presente, mas no longo prazo também.

A busca pela sustentabilidade tem muitas frentes e não é um processo recente. Desde o surgimento do capitalismo que o lucro é o objetivo final dos empresários. Reconhecer que o papel da empresa no mundo vai além de resultados financeiros requer mudanças organizacionais profundas que atingem todos os setores da instituição.

O modelo capitalista ocidental começou a ser revisto no século XIX seguindo o viés da filantropia corporativa. Segundo os autores de “Administração”, James Stoner e Edward Freeman (1999, pg 72), naquela época, o investimento na imagem era regido pelos princípios da caridade e da custódia e visavam exclusivamente à maximização do lucro em favor dos sócios.

De fato. Karkotlie e Sueli Aragão identificam no livro “Responsabilidade Social: contribuição à gestão transformadora das organizações” o case do empresário A. Carnigie, em 1899, como a primeira abordagem referente à responsabilidade social nas grandes corporações. Carnigie, fundou o conglomerado U.S Stell Corporation e aderiu às práticas de responsabilidade social consideradas ainda paternalistas e assistencialistas (Stoner), pois a obrigação restringia-se apenas a proprietários e administradores, e não propriamente as empresas de forma sistêmica.

Esta visão de gestão centralizada, em que as decisões estavam concentradas na mão dos “homens de negócio”, começou a demonstrar suas fragilidades. Foi quando em 1932, motivados pelo resultado do Julgamento entre Dodge X Ford, que Berle e Means publicam “The Modern Corporation and Property”, num cenário que demonstrava um esforço urgente do mundo para se erguer após a Grande Depressão e pós-guerra.


O estudo de Berle e Means alertou para as deficiências do capitalismo gerencial, concluindo que a discricionariedade e a falta de ética, que chamaríamos hoje de falta de governança e transparência, dos dirigentes de empresas precisaria ser revista neste momento de retomada.

As organizações, impulsionadas pelas necessidades de crescimento e lucro a qualquer custo, começaram a enfrentar as conseqüências das suas atividades econômicas. Mas foi só entre as décadas de 50 e 60, que as pressões da sociedade se intensificaram, principalmente com o início da Guerra do Vietnã e a fabricação de armamentos bélicos prejudiciais ao homem e ao meio ambiente.

Com isto, uma nova concepção de comprometimento social emergiu, pautada pelo reflexo dos objetivos e valores sociais atribuídos às empresas. Começava a se desenvolver e a se incorporar às estratégias de gestão das organizações a necessidade de se medir o que produziam, como produziam e o que vendiam e seus impactos no meio ambiente e humano. Para Karkotlie e Aragão estava sendo criado um novo paradigma da responsabilidade social pós-guerra do Vietnã.

Após o advento da responsabilidade social nas empresas a natureza e o homem começaram a dar sinais de que as atividades econômicas ultrapassavam a capacidade de carga e os custos ambientais começaram a dar os primeiros alertas.

Uma das primeiras manifestações de conscientização sobre os problemas ambientais provocados pelo desenvolvimento desequilibrado aconteceu aqui no Brasil em 1862, na Floresta da Tijuca. Na época, D.Pedro II foi motivado a ordenar o primeiro reflorestamento do país por causa da escassez de água nos afluentes dos rios da Floresta, provocada pelo desmatamento para instalação das lavouras de café, e agravada pela falta de chuvas.

O reflorestamento durou 10 anos. A Floresta situada no Rio de Janeiro talvez não tivesse sido elevada à Reserva da Biosfera, em 1991, não fosse nosso imperador perceber o impacto do Ciclo de Café naquele bioma.

Nesse contexto as empresas começaram a incluir a responsabilidade ambiental aliada à social. Nos últimos anos as mudanças climáticas tem sido uma ameaça real a ser contida. Com o aquecimento global o mundo se volta para a questão da importância da biodiversidade.

Este ano a ONU elegeu 2010 o ano internacional da biodiversidade e foi pauta do encontro em Nagoya, no Japão que reuniu 193 países para discutir como promover o uso sustentável da flora, fauna, dos conhecimentos tradicionais e como recuperar áreas já degradadas.

Para cumprir com os novos compromissos, idealizados para combater o aquecimento global que provoca eventos naturais extremos e compromete o equilíbrio da biodiversidade, os governos precisarão da ajuda das empresas.

Entretanto, segundo Roberta Simonetti, coordenadora do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, “ainda é baixo o envolvimento das empresas na conservação da biodiversidade, mas o valor econômico dessa riqueza já começou a ser quantificado. Isso vai aumentar o interesse delas no tema”.

O Guia de Sutentabilidade 2010 publicado pela revista Exame aponta que entre as 143 empresas participantes 69% afirmaram ter alguma ação relacionada à biodiversidade. A natureza entrega água limpa e a polinização das plantas para o homem e isto tem um valor econômico, este é o princípio dos serviços ambientais que empresas brasileiras começam a se apropriar, aliando aos interesses de manter o seu próprio negócio vivo e lucrativo no futuro.

A Boticário, a Coca-Cola, a Ambev, o Banco HSBC, são empresas que buscam envolver toda a empresa nos processos de mudanças rumo a negócios mais sustentáveis. Apesar de muitos avanços as empresas ainda têm muito o que conquistar inclusive na área de equidade de remuneração dos cargos ocupados por mulheres e em termos de reduções dos GEE´s. Poucas empresas medem suas emissões voluntariamente, sem medir fica difícil gerir.

O estudo abaixo aponta como anda o mercado brasileiro empresarial e o que vem fazendo as empresas que se anunciam sustentáveis. De fato há um aumento significativo das certificações ambientais e de sistemas de gestão integrados, contemplando, inclusive, a Segurança e Saúde Ocupacional e a Responsabilidade Social, reforçando o relevante papel das empresas no desenvolvimento e consolidação da sustentabilidade no país.

Outro fator de destaque é a iniciativa voluntária das empresas, e conseqüentemente de seus colaboradores e todos os demais grupos de stakeholders, em fazerem a mitigação, compensação e inventário das emissões de GEE – gases de efeito estufa – de suas atividades.

Para compor o estudo tomamos como base o conceito de empresas sustentáveis apresentado pelo Inventário Socioambiental do Brasil publicado em 2009.

Em termos de Brasil alguns cases são interessantes mostrar, para fundamentar esta introdução.

A AREVA Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica, localizada na Avenida Interlagos, 4211 – São Paulo, SP é a 4ª empresa dos setor no Brasil e está presente em mais de 100 países, determinou a todas as suas unidades de negócios que se adequassem às normas ISO 9001, ISO 14001 E OHSAS 18001. Para a unidade Brasil o sucesso de um Sistema de Gestão está na conscientização dos colaboradores, que de forma direta e indireta, interagem com as atividades desenvolvidas na empresa que tem impacto no meio ambiente. Para fortalecer o comprometimento dos trabalhadores com as questões ambientais a empresa criou vários canais de comunicação para instruir e treinar seus funcionários.

Nesse sentido, a sustentabilidade tem trazido à tona a necessidade de uma comunicação mais afetiva, subjetiva no sentido de falar com e para o sujeito como pessoa. Uma Comunicação distinta da instrumental, uma comunicação pós-ação e mais ética.

O processo de comunicação empresarial mais ético começaria focada no público interno, valorizando o empreendedorismo corporativo e incentivando idéias inovadoras, transformando a iniciativa e em “acabativa”, sempre seguindo os valores do desenvolvimento sustentável em suas diversas dimensões.

Em seguida, é importante mensurar as respostas que as mudanças deram à saúde da empresa e de seus stakeholders, seguindo o ciclo planejar, aplicar, mensurar e avaliar (PDCA) e só depois comunicar para construir uma sólida reputação junto aos públicos externos.

A boa e transparente Comunicação ajuda em todo o processo de assimilação das condutas éticas e princípios morais, além de reforçar o sentido democrático das conexões, das alianças, das conquistas transformando o atual e imenso acúmulo de crises em novas oportunidades, em um futuro que faça sentido.

A respeito desse futuro o Professor Euriques, coordenador do curso de Comunicação Social da Universidade do Rio de Janeiro, tece seus comentários:

“Um futuro fundado em valores comunais, que garantem a coesão social. E, como todo futuro, ele é sempre construído agora, pelo poder do pensamento claro, complexo e focado: por uma Mente Sustentável”.

Como não temos conseguido Sustentabilidade como a precisamos a teoria do Quarto Bottom Line, criada em 2005, por Euriques, o ponto cego do Triple Bottom Line, tem ajudado empresas como a Areva a enxergar a Comunicação Corporativa como elemento determinante para o sucesso de uma estratégia que queira elevar a empresa ao patamar da ética e da sustentabilidade.

No setor financeiro brasileiro, vários bancos merecem destaque entre eles o Itaú, recentemente esteve presente na 14ª Conferência sobre Reputação empresarial que aconteceu no Rio de Janeiro, em outubro no Sofitel de Copacabana. Lá a instituição falou de suas estratégias e desafios dos setor para alcançar os três P`s (People, planet and profit). Novamente o fator internalização estava presente. Permear o conceito de sustentabilidade e engajar o público interno foi o primeiro passo do Itaú, seguido de incentivo ao uso responsável do crédito e o consumo consciente e transparência com os clientes, além de ter sido um dos primeiros bancos brasileiros a adotar ”Os princípios do Equador”

Os Princípios do Equador (PEs) são encarados como o "padrão ouro" na gestão dos riscos sociais e ambientais para o financiamento de projetos no setor financeiro. Houve um crescimento significativo do número de adotantes EPs desde a sua criação em 2003, crescendo dos iniciais dez a mais de 65 instituições financeiras de todo o mundo, respeitando os EPs de forma voluntária.

O Itaú pretende continuar o processo e identificar os desafios e oportunidades futuras, a fim de abordar estas questões de forma eficaz, em parceria com os clientes, e ouvindo todas as perspectivas das partes interessadas. Num modelo conhecido por eles como TODOS PELO CLIENTE, de construção permanente da reputação envolvendo a empresa; o mercado; a sociedade e o planeta.

O Santander criou oficinas de sustentabilidade para funcionários como uma das primeiras ações que feitas internamente no movimento de inserção do tema na organização. Em 2003, formatou cursos de 8 horas em que todos aprendiam conceitos básicos, refletiam e elaboravam planos para colocar a sustentabilidade em suas rotinas, dentro e fora do trabalho. Esses cursos foram fundamentais para que cada vez mais pessoas conhecessem e aplicassem o tema, apoiando a criação e desenvolvimento de muitas ações no dia-a-dia dos participantes. 

Todas essas informações demonstram que, apesar das crises que o planeta tem enfrentado nos últimos anos, o segmento ambiental brasileiro vem se consolidando e se destacando no mercado global.

Por isso tudo, consideramos que as empresas brasileiras são exemplos bem sucedidos de que é possível aliar desenvolvimento econômico com a redução do impacto ambiental e com isso faz-se um promissor campo para novos gestores ambientais trabalharem na busca da melhoria continuada do desempenho empresarial brasileiro.


domingo, 5 de dezembro de 2010

ORGANIZE SUA CASA - 2011 com menos culpa e estresse

DIA A DIA DAS TAREFAS EM CASA

SEGUNDA-FEIRA

MANHÃ igual para todos os dias:
  •         regar plantas, inclusive as do parapeito das janelas retirar folhas velhas;
  •     esvaziar as lixeiras;
  •     lavar louça;
  •      verificar o que deve ser feito de almoço;
  •      separar jornal e água do BUD, sair com ele;
DEPOIS QUE CHEGAR COM BUD:

  •  lavar as verduras para salada e adiantar o almoço; arrumar camas, colocar roupas sujas no cesto, TROCAR TOALHAS DE ROSTO, recolher louças espalhadas; terminar almoço e servir.


TARDE
 Lavar louça do almoço;
 Varrer e passar pano úmido na casa com água sanitária;
 Lavar o banheiro social, vaso, PIA, boxe: passar escova por dentro e no chão do boxe pode usar desengordurante, sabão de coco ou detergente inclusive nas cortinas cuidado para não derrubar as cortinas – 1 vez no mês usar tira limo dos boxes; CUIDADO COM TIRA LIMO E ÁGUA SANITÁRIA PARA NÃO MANCHAR ROUPAS E TOALHAS;
 Banheiro da suíte lavar vaso sanitário e pia, passar pano úmido NO CHÃO;
trocar tapetes dos banheiros, da cozinha, o pano de prato e de mão;
 Lavar e pendurar os tapetes, panos de chão e pano de prato e de mão;
 varrer e passar pano úmido com água sanitária na área de serviço, quartinho e cozinha LIMPAR MESA DA COZINHA COM ESPONJA E SABÃO DE COCO;
 ESVAZIAR LIXEIRAS;
 Ver o que as crianças vão comer à noite, guardar na geladeira a comida do almoço.

TERÇA-FEIRA

TARDE
1-    
Varrer e passar pano na casa.
2-    - Lavar o banheiro da suíte, vaso, boxe passar escova por dentro e no chão do boxe pode usar desengordurante, sabão de coco ou detergente, inclusive a cortina – 1 vez no mês usar tira limo do boxe;
3-    Banheiro social lavar vaso sanitário, pia e prateleiras de vidros com limpa vidros e jornal. Passar pano úmido com água sanitária;
4-    Lavar louça do almoço, varrer e passar pano úmido com água sanitária na área de serviço, quartinho e cozinha;
5-    LIMPAR MESA DA COZINHA COM VEJA;
6-    LAVAR O SEU BANHEIRO;
7-    ESVAZIAR LIXEIRAS;
8-    Ver o que as crianças vão comer à noite, guardar na geladeira a comida do almoço.

QUARTA-FEIRA dia de limpeza mais pesada e de lavar roupa e passar roupa de colégio:

TARDE
1-    Colocar roupa para bater na máquina;
2-    Tirar da corda e dobrar as roupas que não passam (toalhas, pano de prato, roupas de ginástica e outras de tecido sintético, alguns shorts de dormir ou usar em casa também não passamos;
3-    Lavar louça do almoço,
4-    Varrer, limpar roda pé e tirar pó dos móveis e mesas USAR VEJA NA MESA DA SALA E DA COZINHA, nos quartos das crianças limpar mesa de vidro com limpa vidros e jornal, nos pésdas mesas lustra móveis. No meu quarto só lustra móveis;
5-    Passar pano úmido na casa com água sanitária afastar os móveis;
6-    - Lavar o banheiro social, vaso, pia, boxe passar escova por dentro e no chão do boxe pode usar desengordurante, sabão de coco ou detergente – 1 vez no mês usar tira limo;
7-    Banheiro da suíte lavar vaso sanitário e pia passar pano úmido;
8-    varrer e LAVAR COZINHA e área de serviço;
9-    varrer e organizar o quartinho;
10- Passar camiseta de colégio;
11- ESVAZIAR LIXEIRAS;
12- Ver o que as crianças vão comer à noite, guardar na geladeira a comida do almoço.

QUINTA-FEIRA

TARDE
1-    Trocar as roupas de cama e toalhas.
2-    Lavar roupa incluindo as camisetas de colégio;
3-    Varrer e passar pano na casa.
4-    - Lavar o banheiro da suíte, vaso, boxe passar escova por dentro e no chão do boxe pode usar desengordurante, sabão de coco ou detergente, inclusive a cortina – 1 vez no mês usar tira limo do boxe;
5-    Banheiro social lavar vaso sanitário, pia e prateleiras de vidros com limpa vidros e jornal. Passar pano úmido com água sanitária;
6-    Limpar prateleiras, geladeiras e dar uma geral nos armários da despensa na cozinha;
7-    Lavar louça do almoço, varrer e passar pano úmido com água sanitária na área de serviço, quartinho, cozinha E SEU BANHEIRO;
8-    LIMPAR MESA DA COZINHA COM VEJA;
9-    ESVAZIAR LIXEIRAS;
10- Ver o que as crianças vão comer à noite, guardar na geladeira a comida do almoço.

SEXTA-FEIRA

TARDE
1-    Lavar louça do almoço;
2-    Varrer e passar pano úmido na casa com água sanitária;
3-    Limpar parapeito das janelas e vidros das janelas SÓ POR FORA;
4-     Lavar o banheiro social, vaso, PIA, boxe: passar escova por dentro e no chão do boxe pode usar desengordurante, sabão de coco ou detergente inclusive nas cortinas cuidado para não derrubar as cortinas – 1 vez no mês usar tira limo dos boxes; CUIDADO COM TIRA LIMO EÁGUA SANITÁRIA PARA NÃO MANCHAR ROUPAS E TOALHAS;
5-    Banheiro da suíte lavar vaso sanitário e pia, passar pano úmido NO CHÃO;
6-    DEIXAR COMIDA e SOBREMESA PARA FIM DE SEMANA;
7-    PASSAR CAMISETAS COLÉGIO E PERGUNTAR SE PRECISAMOS PASSAR MAIS COISA;
8-    ESVAZIAR LIXEIRAS;
9-    varrer e passar pano úmido com água sanitária na área de serviço, quartinho e cozinha;