domingo, 25 de abril de 2010

LOCAL ACTION

LOCAL ACTION é um conceito que chama a atenção para as ações individuais de preservação ambiental, integração entre consumo e natureza e a convergência de intenções. Pequenas iniciativas individuais são capazes sim de fazer a diferença quando consideradas as proporções planetárias de cada ação.(Informações: http://www.youtube.com/watch?v=n5BaumzETxU.)

“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores, se não houver flores, valeu a sombra das folhas, senão houver folhas valeu a intenção da semente”. Henfil, já destacava o poder das boas intenções.

Se cada um de nós cumprirmos a cartilha básica da educação ambiental, como por exemplo, nos forçarmos à retração de lixo e ao consumo inteligente, e se considerarmos que a população mundial pode tornar essas pequenas iniciativas reais , podemos alcançar metas significativas com o volume dessas ações.

Integração social e convergência de intenções no planeta podem sim determinar uma mudança de paradigmas impactando diretamente na preservação da natureza.

Engaje-se!

Desenvolvimento Sustentável X Sustentabilidade

COM ADENDO DA FGVonline (História da Questão Ambiental) - 11/05/2010

A sustentabilidade global foi definida no Relatório Brundtland – como ficou conhecido, mundialmente, o relatório Nosso futuro Comum, de 1987, em homenagem a Gro Harlem Brundtland, Ex-Primeira Ministra da Noruega e Presidente da referida comissão – como a habilidade das sociedades para satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações de atenderem a suas próprias necessidades.
Resumão Política Verde II
Para diferenciar desenvolvimento sustentável de sustentabilidade será preciso resgatar quando a necessidade de um novo modelo teve início.

Este despertar para as urgências planetárias, causadas pelo modelo do lucro a qualquer preço, é um processo de ordem cooperativa. Sociedade civil, governos e empresas, todos tem que colaborar! As local actions tem que estar alinhadas com o pensamento de que NÓS TOMAMOS EMPRESTADOS DE NOSSOS BISNETOS ESTE MUNDO!

OUTRO ADENDO DA FGVonline - História da Gestão Ambiental - 11/05/2010
O Painel realizado em Founex, na Suíça, em 1971, em que países em desenvolvimento e desenvolvidos discutiram questões sobre problemas ambientais iniciou o relacionamento meio ambiente e desenvolvimento, defendendo que esses conceitos não eram incompatíveis: a conservação do meio ambiente não era barreira para o desenvolvimento, mas parte do processo em construção.

Outro grande marco para o desenvolvimento sustentável mundial foi, sem dúvida a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em junho de 1992 (a Rio 92), na qual foram aprovados diversos documentos importantes dentre eles a Agenda 21, um plano de ação mundial que busca reduzir os impactos da transformação desenvolvimentista.

Para Marijane Lisboa, professora e uma das fundadoras do Greenpeace no Brasil, o desenvolvimento na concepção ocidental capitalista quer dizer “mais bens e serviços a serem consumidos”. Mas consumidos por quem? Já que os frutos do crescimento não são distribuídos de forma igualitária? Pelo contrário, o desenvolvimento, dependendo da cultura, aprofunda ainda mais as diferenças sociais desencadeando consequências como violência e intolerância entre os homens.

Marijane lembra que os índices mais altos de violência estão no lugar onde o desenvolvimento está acontecendo, na área de mineração do Pará, por exemplo. Marijane propõe outro questionamento, para uma análise mais profunda do tema:

“Como surgiu a pobreza? Não nascemos pobres, se vira pobre!”

Eli da Veiga analisa a questão do DECRESCIMENTO. Ele explica que existem países, como a Escandinávia, que independem de crescimento econômico para serem desenvolvidos. Para ele ser desenvolvido é poder viver na sua plenitude as “liberdades humanas”.

Neste sentido Marijane contribui com a ideia de Eli ao afirmar que “não existe uma forma única de se desenvolver”, que “cada cultura tem características próprias que vão definir o caminho a seguir rumo ao desenvolvimento”.

É este caminho que a humanidade vem percorrendo que se coloca em cheque hoje. O que se iniciou lá na Eco 92 se acirrou com a crise do modelo econômico em 2008.

Bärbel Höhn, Deputada Federal do PV da Alemanha, aponta que “a recente crise expôs o neo-liberalismo, mas o capitalismo que esgota nossos recursos ainda não morreu. A crise gerou reflexões na opinião pública e deu partida em um processo de pensar um novo modelo de convivência entre os homens.

Além da Eco 92 e da crise de 2008, outro fator contribuiu para o amadurecimento e participação da sociedade nas questões de consumo, mercado, crise e meio ambiente, a INTERNET.

Com o advento da WEB 2.0, caracterizada pelas redes sociais e diversas mídias que induzem à pré-compra, a sociedade vem mudando sua forma de consumir. São as chamadas LOCAL ACTION, (assunto já tratado no blog).

Já se percebe uma aproximação cada vez maior do consumidor com suas marcas preferidas e o que se vislumbra é que dessa nova relação surja uma pressão da sociedade por mecanismos de produção e distribuição cada vez mais responsáveis social e ambientalmente. É a era do NOVO CONSUMO.

Ou seja, a mudança do paradigma atual (produção e consumo) pode se dá também através do poder das pessoas sobre as empresas, governos e institutos internacionais, que segundo Jean Pierre Leroy são estes setores dominantes que “se dizem definidores do nosso futuro”. (Leia mais sobre Web 2.0 no blog, RESUMÂO: COMO TRABALHAR SUA MARCA NA WEB 2.0, o poder das pessoas).

Para Barbara Unmüssig, Diretora Geral da Fundação Heirich Böll, a crise social e ecológica se acirrou. Hoje as ações, segundo Barbara, são mais urgentes, “para prevenir mudanças climáticas cada vez mais perigosas”.

Ela aponta o BRIC´s, bloco econômico que mais se desenvolve atualmente e que inclui Brasil, Rússia, Índia e China, como esperança já que eles tentam “quebrar a ditadura do Norte, mas o bloco ainda não inovou a orientação política e econômica. Ainda estão marcados pelo anseio de crescer”.

Barbara lembra que essas sociedades ainda SOBREVIVEM, pensam primeiro na urgência, n gênero de primeira necessidade, comer, depois pensar criticamente sobre sua própria situação. Ela explica que "por isso, programas como Fome Zero, Bolsa Família, etc. são tão importantes para a popularidade dos governantes".

Este NOVO PENSAR é abstrato, segundo Barbara “as vantagens do futuro tem que ser trabalhadas no presente”. Isso é estratégia, isto é SUSTENTABILIDADE, a capacidade de uma sociedade ou atividade se manter por tempo indeterminado, sem provocar danos ou esgotamento dos recursos naturais e sendo capaz de considerar o bem-estar dos seres humanos .

Desenvolvimento Sustentável é um modelo econômico, político, social, cultural e ambiental equilibrado, que satisfaça as necessidades das gerações atuais, sem comprometer o bem viver das gerações futuras.

Esta concepção começa a se formar e a se difundir junto com o questionamento do estilo de crescimento ou desenvolvimento econômico adotado, quando se constata que este é:
  • ecologicamente predatório na utilização dos recursos naturais;
  • socialmente perverso com geração de pobreza e extrema desigualdade social;
  • politicamente injusto com concentração e abuso de poder;
  • culturalmente alienado em relação aos seus próprios valores;
  • eticamente censurável no respeito aos direitos humanos e aos das demais espécies.
Jean Pierre Leroy, Assessor para assuntos de Meio Ambiente da FASE, aponta algumas soluções adotadas pela Alemanha que buscam este equilíbrio entre desenvolvimento humano e respeito à natureza. Lá, ele conta, se utilizam as energias alternativas capazes de gerar muito mais emprego no lugar das tradicionais que intervém muito no meio ambiente e nas comunidades locais, como hidrelétricas.

"Na Alemanha e em outros países desenvolvidos se pensa em cooperativas no lugar de empreiteiras e em casas solares no lugar das populares" - Jean Pierre

Para Eli da Veiga “não é o planeta que corre risco, porque apesar de toda a intervenção ele vai continuar a existir fisicamente de alguma forma, é o homem que tem prazo de validade".

Fontes complementares:
http://www.catalisa.org.br/

RESUMÃO: WEB 2.0 E A NOVA FORMA DE CONSUMIR

COMO TRABALHAR SUA MARCA NAS MÍDIAS SOCIAIS
Conferência do Instituto de Inteligência Digital (IDIGO)
Poder agora está nas pessoas

Resgatando o princípio fundamental da comunicação


Para se comunicar com eficácia nos dias de hoje, as instituições precisam reconhecer que do outro lado estão as pessoas e que são elas que estão no poder agora. Resgatar o conceito original e mais fundamental da comunicação: trocar ou compartilhar informações, que foi durante muito tempo substituído pelo modelo top to down. A comunicação de via unilateral ficou para trás e o que se revela cada vez mais presente é um novo modelo, o da interação.


A volumosa e democrática comunicação, que se impõe hoje através das novas tecnologias de imformação e de relacionamento, dá um novo sentido à lei de Newton: "para toda ação há uma reação". Não há mais como prever uma reação apenas, porque toda essa conectividade abriu espaço para as pessoas e suas preferências. A cultura de massa foi substituída pela mass customization, ou seja um publico personalizado, customizado.


O grande desafio é a aproximação. Conhecer as expectativas e as preferências de cada público para conquistar a lealdade e a confiança deles. Tratá-los não mais como público-alvo e fonte de lucro, mas como pessoas e é a este campo subjetivo, das ideias e da emoção que as empresas devem estar alinhadas.


As empresas que querem manter suas posições no mercado têm que entender a nova lógica do marketing, do consumo e das mídias. Se antes existia só a TV como plataforma de publicidade de algumas poucas marcas, hoje existe o nicho e as novas tecnologias.


O poder está nas pessoas, não mais nas marcas. As marcas só serão lembradas se tiverem uma estratégia bem definida e disseminada entre seus clientes internos, seus fucnionários, para que eles e seus líderes possam executar suas funções norteados por valores que levam a construção de uma boa reputação.


A internet é a única área que cresce em ritmo acelerado e que dá esse poder às pessoas. As corporações tentam se adaptar às inovações na forma de consumir e de se relacionar com seu público. É um jogo de erros e acertos diante do NOVO.


Se as empresas quiserem se manter ou alcançar o topo desta grande onda e surfar ao lado do seu público, vão ter que entender o que ele espera do seu negócio e fugir do greenwashing, modelo de gestão incoerente com o falso discurso de responsabilidade social. Dialogar sob a ótica da verdade, ouvir e deixar-se ouvir. Ver seu consumidor como uma pessoa. Aproximar-se dele e buscar o lucro com ética.


O consumo mudou, tornou-se mais seletivo, crítico e responsável. E não foram as empresas que ditaram a transformação, foram as pessoas. (Leia mais sobre mudança no consumo e a relação com o novo modelo econômico e sustentabilidade no texto Resumão II Política Verde, que você encontra nas postagens ou arquivo do blog http://conhecimentosustentavel.blogspot.com)


As empresas que entenderem mais rapidamente a tendência do consumo e que se perceberem como agentes indutores e multiplicadores de mudanças cidadãs conquistarão o seu ativo mais relevante: a CREDIBILIDADE. Compartilhar informações com os stakeholders e energizar esta relação é agir.


Como para toda ação há uma reação, os estrategistas das marcas podem esperar por resultados nem sempre positivos. É preciso incluir no novo plano de comunicação métricas de resultado. Existem algumas gratuitas. Guilherme Costa do Marketing do iDigo - Núcleo de Inteligência Digital - dá uma dica: "para encontrar todas as citações referentes a uma empresa qualquer, seria necessário procurar pelo nome da empresa, sem “#”. Desta forma aparecem todas as citações do termo, incluindo os tweets com a hashtag “#idigo”.


Concluindo: o primeiro passo para uma empresa mergulhar nesta groundswell ou nova onda é buscar um modelo de comunicação baseado na verdade e no compromisso de estar sempre integrado com seus públicos. Depois é partir para as ações e monitorar as reações nas redes sociais.


OBS: Sugestão para aprofundamento nos estudos:
"Long Tail" de Chris Anderson e "Groundswell" de Charlene Li e Josh Bernoff. Assista também às palestras gratuitas e se puder invista em um bom curso. Os sites nosdacomunicacao, midiatismo e idigo.com.br têm boas dicas.
Fontes:
Anotações durante curso do Instituto de Inteligência Digital:
"Como trabalhar sua marca nas redes sociais"
Referências bibliográficas:
"Long Tail" - Anderson, Chris e "Groundswell" de Charlene Li e Josh Bernoff





sábado, 24 de abril de 2010

O QUE É POLÍTICA VERDE HOJE? 10 anos da Fundação Heinrich Böll no Brasil.

Resumão:
Conferência Política Verde e e a relação com o nome do Blog: CONHECIMENTO SUSTENTÁVEL.

http://www.boell-latinoamerica.org

O que é política verde hoje?

Entre os dias 12 a 14 de abril de 2010, no Rio de Janeiro, a Fundação Böll comemorou 10 anos de atuação no Brasil com uma Conferência sobre adequação político, econômica e social para o futuro. Ou seja, como adotar um pensamento estratégico hoje para desfrutarmos de vantagens amanhã?

Mas O que é Política Verde ou Biopolítica? É, segundo Jean Pierre Leroy (assessor da Área de Meio Ambiente da FASE – Federação de Órgãos para assistencia Social e Educacional), “a apropriação da vida pelo mercado”.

No campo tecnológico contemporâneo encontram-se ciências como: as tecnologias verdes que desenvolvem alimentos transgênicos e intervém na reprodução humana; a nanotecnologia e a neurociência, capazes de criar nanocápsulas injetáveis que atingiriam diretamente as células doentes, ou mais ainda, seriam responsáveis por adiar a morte utilizando para tanto nanorobôs que fariam o trabalho dos órgãos incapazes de realizarem suas funções.

Marijane Lisboa, professora do curso de Relações Internacionais da PUC-SP e uma das fundadoras do Greenpeace no Brasil, propôs um questionamento sobre essas novas tecnologias, questões essenciais como “o que significaria uma sociedade sem mortes?” não são discutidas por esses cientistas, acrescenta a docente.

A Bioética ou Biopolítica é a política da vida, de como queremos viver no futuro e essa questão é definida no campo político. “Os líderes dos Estados definem, por nós, por meio de institutos como a OMC – Organização Mundial do Comèrcio - o futuro da humanidade” – conclui Jean Pierre. As questões de interesse coletivo, como saúde pública, meio ambiente e população seguem as regras do mercado que ao invés de evitar o dano priorizam o lucro imediato das empresas, analisa Marijane.

A Conferência seguiu analisando o valor conceitual do termo SUSTENTABILIDADE e como outras culturas, especialmente a alemã, tratam do assunto em seus países.

Neste momento da Conferência refleti sobre o nome do meu Blog e as ideias expostas no evento me levaram às seguintes questões: será que o termo é apropriado ou o modismo indutor deste esvaziamento semântico me atingiu em cheio? Antes de ME responder vou compartilhar as ideias dos palestrantes e ao final espero convencer-lhes, e a mim também, de que devo continuar seguir com domínio.

Inicialmente, Eli da Veiga (Coordenador do Núcleo de Economia Socioambiental - NESA - da USP) contextualiza a origem da palavra SUSTENTABILIDADE. Ele cita duas datas como marcos introdutórios deste "valor": 1848 e 1968.

O período de 1848, conhecido como "Primavera do Povo", foi caracterizado por uma série de revoluções de caráter liberal, democrático e nacionalista, na Europa Central e Oriental, que eclodiram em fução de regimes autocráticos. Na sequência viria um novo ciclo de reivindicações por mudanças, que faria paralelo com 1848.

Seria o ano de 1968: "O ano que não terminou". Marcado por eventos históricos, como os assassinatos de Martin Luther King e de Robert Kennedy, a Guerra do Vietnã, além de inúmeras manifestações, sobretudo estudantis, contra a Guerra do Vietnã e contra os regimes autoritários vigentes. No Brasil, foi o ano da instituição do AI-5 pelo então Presidente Costa e Silva.

Por conta das lutas desta época que buscavam promover e o incentivar o respeito aos direitos humanos, a ONU declarou o ano de 1968 como "Ano Internacional dos Direitos Humanos". Período igualmente transformador vinculado às áreas política, ética e comportamental, que se tornaria o marco inicial dos movimentos dos ecologistas.

O ponto em comum nestes dois períodos, segundo Eli, foi a tentativa de se "encontrar um lado humano para o capitalismo" e o efeito, segundo ele, seria o abalo no capitalismo ainda que sem mudança de poder. Após 1968 viria o novo pensamento voltado para os frutos do desempenho econômico.

"Os frutos do crescimento econômico deveriam reduzir a pobreza conservando a base da natureza". Era o surgimento da expressão SUSTENTABILIDADE, constata Eli.

Na Alemanha, Barbara Unmüssig (Diretora geral da Fundação Heirinch Böll), afirma que a palavra já não é mais usada, pois SUSTENTABILIDADE está vinculada a tudo: "previdência sustentável, saúde sustentável, etc." Ela chega a sugerir a expressão "adequação para o futuro" como a mais apropriada naquele país.

O consenso entre os palestrante é de que precisamos pensar estrategicamente em um novo modelo, um NEW DEAL repaginado, em substituição a antigos paradigmas que nos trouxeram para este cenário de crise ambiental de proporções planetárias. O modelo atual focado no lucro incessante que ainda rege o mercado está em cheque, como encontrar um ponto de equilíbrio entre os antigos paradigmas e as urgências da civilização?

"Destruir os bens comuns simplesmente pela nossa fome de consumo vai nos destruir", refletiu Bárbara durante o encontro. E é agregando esta ideia de BEM COMUM a toda argumentação anterior que começo a defender a manutenção do nome do blog.

Aqui o maior bem é o conhecimento, e o objetivo é compartilhar este saber, torná-lo público. É uma espécie de diário público do andamento das minhas pesquisas, escopo da minha monografia.

A internet possibilita a promoção de um brainstorming público. Ainda que precário, ele me ajuda e ajudará outros a aprimorar ideias, conhecimento.

A capacidade colaborativa de um blog, site e demais espaços virtuais é o que sustenta, atrai mais ideias e amplia o conhecimento. A característica multiplicadora destas novas tecnologias, incluo aqui o conceito de Web 2.0 e as redes sociais, são ilimitadas. Alimentam e realimentam conteúdos.

Se eu publico uma idéia no blog e alguém comenta, acrescenta ou corrige, a ideia está então recriada, aprimorada e disponibilizada. Qualquer um tem acesso. Este caráter democrático da rede torna o conhecimento um bem público e o ciclo todo recomeça.

No seminário escutei de uma alemã que lá existe uma regra nas florestas: o cidadão só corta árvores o quanto ele é capaz de repor, para que seus netos e bisnetos possam cortar as árvores que ele plantou.

No bolog acontece algo parecido, eu só posto uma ideia SE ela for relevante o suficiente para recriarmos novas ideias a partir do spot original. Numa argumentação reducionista posso dizer que aqui o conhecimento serve para sustentar o nosso crescimento enquanto pessoas e profissionais. Portanto, vou manter o domínio!

Falamos portanto da definição de Biopolítica ou Política Verde e sobre o que pensa Eli da Veiga a respeito de sustentabilidade. Na próxima postagem, com a palavra novamente a professora Marijane: primeiro temos que diferenciar desenvolvimento sustentável de sustentabilidade...

Fontes complementares:

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/1968.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%B5es_de_1848

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dia do Planeta

"Este milênio ou será espiritual ou não será"
-Andre Monreau -

Clique na foto para ampliar e ler a frase de Henfil na placa!