quinta-feira, 30 de agosto de 2012

INICIATIVAS LOCAIS QUE AJUDAM A CONSERVAR AMBIENTES MARINHOS E LITORÂNEOS NO BRASIL


PROJETO ECOBOAT, “SENA LIMPA”, REAMAR, ATLETAS E SOS MATA ATLANTICA 
AGENDA:
Sábado, (01/09), às 09h
Mutirão de limpeza e oficinas
Praia da Urca
Aberto à população
  
O Brasil é um dos países com maior extensão litorânea do mundo. Possui mais de 8 mil km de costa marinha que banham 75% dos principais centros urbanos do país, habitados por cerca de 2/3 da população brasileira. Mas grandes também são os problemas de poluição e de práticas ilegais de pesca que deixam redes clandestinas próximas à arrebentação, causando até mortes de surfistas.
 FOTO DIVULGAÇÃO MENTES DE FERRO
Iniciativas localizadas no Rio de Janeiro, envolvendo projetos, ONGs, governo e a comunidade esportiva carioca têm se destacado na luta pela conservação do ambiente marinho e litorâneo no Brasil. 

O projeto ECOBOAT, por exemplo, nasceu quando o dentista carioca Sergio Rothier já avistava lixo flutuante em águas oceânicas, a uma distância de setenta milhas das praias cariocas. Trata-se de um projeto inovador, destinado a combater um dos maiores problemas ambientais da atualidade, o acúmulo de lixo no mar e promete se tornar um aliado da Cidade do Rio de Janeiro no trabalho de combate à poluição da costa. 

 
Além de coletar lixo dos espelhos d’água, o projeto Ecoboat destina os resíduos a receptores licenciados pelos órgãos ambientais propondo solução ambiental integrada para o lixo encontrado em baías, rios e lagoas. O projeto, que agora entra em fase de expansão, tem operado com o apoio da iniciativa privada a partir da primeira base operacional de coleta de lixo flutuante da Baía de Guanabara na enseada de Botafogo.

No domingo passado (26), o projeto ECOBOAT fez coleta inédita dos resíduos sólidos flutuantes em uma prova de triahlon, modalidade que comemora 30 anos no país. Neste sábado (01), a partir das nove horas da manhã (09h), na Praia Vermelha, no Rio, o projeto ECOBOAT participará de um mutirão de limpeza a convite do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e da Rede de Educação Ambiental Marítima (REAMAR).

A comunidade esportiva carioca tem se empenhado na conservação dos territórios costeiros e marinhos. Além do triathlon, mergulhadores  retiraram entulhos do paredão da Urca, cartão postal da cidade recentemente tombada pela UNESCO. A “Prova de Cidadania de atletas-mergulhadores” foi organizada pela Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).

No santuário dos surfistas, a Prainha, surfistas e a galera do stand up padle retirou lixo do mar e da areia. 

Segundo Abílio Arantes, presidente da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) o lixo mata a fauna e a flora marinha e ainda pode atrapalhar a áreas de competições esportivas  na cidade olímpica! 
 FOTO DIVULGAÇÃO MENTES DE FERRO
Outro grave problema apontado pelo surfista é a colocação de  redes de pesca ilegais próximas à arrebentação, que podem chegar a 18km, como a que foi recentemente coletada mês passado (julho/2012) em Arraial do Cabo, cidade localizada na Região dos Lagos, litoral norte do Rio de Janeiro. Abílio não tem dados sobre afogamentos provocados por redes no Rio. Mas lembra que no Sul do país a surfista Renata Turra Grechinski foi vítima fatal da pesca clandestina enquanto surfava no Litoral do Paraná, e que mergulhadores cariocas já relataram acidentes do tipo. A morte de Renata foi publicada pelo jornal Gazeta do Povo, no dia três de fevereiro de 2012.
Com o objetivo de fomentar ainda mais iniciativas voltadas para preservação ambiental dos ambientes marinhos e litorâneos, o Programa Costa Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica, distribuirá R$ 300,00 mil a iniciativas preservacionistas. Para ganhar os incentivos projetos e entidades envolvidas com o tema deverão se inscrever pelo site HTTP://gerenciasos-ma.org.br ou pelo correio. O edital pode ser lido pelo site: WWW.sosma.org.br.
No início do ano, o secretário estadual do Ambiente Carlos Minc, lançou o “Sena Limpa”, projeto que pretende investir R$150 milhões, até 2014, para despoluir seis praias, na da Zona Sul e a da Bica, na Ilha do Governador. No total existem 184 praias em todo o estado.
Ao menos é um esforço de unir as diversas esferas de atuação na área para criar uma solução local, mas com impacto global ao combate a poluição dos oceanos.
Gabriela Hermes
Assessoria de Imprensa para promoção da sustentabilidade nos multiesportes
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

COMPROMISSO OLÍMPICO, CADA UM TEM O SEU


Sociedade civil dá o seu jeitinho carioca de contruir o 
verdadeiro legado olímpico

Em meio às dúvidas dos brasileiros, haverá condenados no mensalão? Será que a Dilma continuará no poder até 2016? Que políticos realmente honram o Compromisso Olímpico? A comunidade multiesportiva carioca resolveu arregaçar as mangas e colocar a mão na massa para construir uma verdadeira cidade olímpica, sem concretos nem tijolos, mas unindo os valores do esporte, respeito, excelência, amizade, coragem, determinação, inspiração e igualdade às dimensões da sustentabilidade, social, ambiental e econômica.

 Foto Andrea Roquette/Mentes de Ferro
Pela primeira vez na história dos 30 anos do Triathlon no Brasil, foi feita coleta do lixo flutuante do mar antes da natação. A limpeza aconteceu no último domingo(26), no Rio de Janeiro, durante a segunda etapa estadual da modalidade. O responsável pela inédita limpeza do mar em uma competição esportiva da modalidade no Rio foi o projeto Ecoboat, “Nós do Ecoboat acreditamos que pensando globalmente e agindo localmente, somos capazes de contribuir para um planeta mais limpo, inclusivo e preservado no futuro”, afirma Ravazzano, um dos responsáveis pelo projeto que deverá ter 10 embarcações até o final do ano.

O lixo nos locais de competições aquáticas esportivas é um problema não é de hoje. Em 2007, durante a competição de vela dos Jogos Panamericanos do Rio, a prova quase foi cancelada por causa do volume de lixo no mar, “uma vergonha para quem vai sediar uma Olimpíada”, reforça Ravazzano.

Além do inserção da sustentabilidade no triathlon, mergulhadores  retiraram entulhos do paredão da Urca, cartão postal da cidade recentemente tombada pela UNESCO. A “Prova de Cidadania de atletas-mergulhadores” foi organizada pela Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).

                                                                                                                     
No santuário dos surfistas, a Prainha, surfistas e a galera do stand up padle retirou lixo do mar e da areia. Segundo Abílio Arantes, presidente da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) o lixo mata a fauna e a flora marinha e ainda pode atrapalhar a área de competição das baterias a prática esportiva na cidade olímpica! Abílio não tem dados de acidentes fatais com surfistas no Rio por conta de restos de redes de pesca, muitas vezes ilegais, próximas à arrebentação, mas lembra que no Sul do país a surfista Renata Turra Grechinski foi vítima fatal da pesca clandestina enquanto surfava no Litoral do Paraná. A morte foi publicada pelo jornal Gazeta do Povo, no dia três de fevereiro de 2012.

O Mentes de Ferro nasceu inspirado sim pela prática esportiva, pelas mentes de ferro de amigos atletas amadores, quase elite e profissionais que sob a resiliencia de um vencedor, se superam a cada treino ou prova. Trabalham, estudam, têm filhos, família e ainda assim mantêm um estilo de vida saudável, desejado por muitos. Mas Mentes de Ferro, em sua essência, nasceu motivado pelos acidentes com atletas de ciclismo e triathlon nas estradas BR 116 (Rio-Terê-Além Paraíba) e BR 040 (Rio-BH).

Usar o acostamento de uma estrada para treinar é hostil demais, mas no mundo todo esta é uma prática, poucas são as cidades que possuem um local destinado a treino de ciclismo. Mas nas cidades européias que não existemeste local seguro, a cultura esportiva se faz presente, a educação do povo preserva vidas.

Promover a sustentabilidade no esporte talvez seja um caminho para um nivel mais elevado de consciência e estímulo a políticas públicas para o "Esporte + Seguro". 


O olhar mais ético de atletas, e da sociedade em geral, talvez faça ressurgir o verdadeiro espírito olímpico criado pelo Barão de Cobertin (Barão conseguiu a promessa dos gregos de abrigar os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1894 - no mesmo ano nascia o COI - Comitê Olímpico Internacional).

Atletas brasileiros de alta performance têm pela frente o ciclo olímpico Rio 2016. Os recursos estão chegando e deixam de ser desculpa para justificar o fraco desempenho do país em Londres. O que falta para subirem no lugar mais alto do pódio e obter os resultados capazes de tornar o Brasil uma potência olímpica? A resposta talvez sejam mentes mais fortes e trabalhadas!

Mentes de Ferro acredita em equipes multidisciplinares para formação de grandes seres humanos, com metodologias que criem pertencimento e comprometimento a pátria e aos brasileiros. Investimentos no profissional de Educação Física, bons treinadores, técnicos, desenvolver e investir na Ciência do Esporte são soluções a nível público e empresarial. O que a sociedade civil, por meio do movimento Mentes de Ferro, vem propor é o alinhamento dos valores olímpicos aos da sustentabilidade. Só teremos grandes atletas e um grande país, se formarmos grandes seres humanos. 

Para mover-se rumo a sociedades + verdes e inclusivas por meio dos multiesportes, Mentes de Ferro, presta serviços de: Assessoria de Imprensa especializada na Promoção da Sustentabilidade nos Multiesportes (AssimPROSESP), para a divulgação e co-criação de novos negócios sócio ambientais inclusivos no esporte, e de Consultoria em Gestão e Comunicação das Estratégias com + Valor Agregado (CGCE+VAg). A CGCE+VAg  é direcionada tanto a empresas e organizações, quanto a eventos, atletas e comunidade esportiva em geral. Para eventos, CGCE+VAg é norteada pelas diretrizes da Norma ABNT I.S.O 20.121 de Eventos Sustentáveis.


Nosso compromisso olímpico está apenas começando...