segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Vídeos comprovam que é cada vez maior número de Esportistas S/A engajados

CIDADE VIVE BOM MOMENTO PARA CRIAR ELOS COM OS PONTOS DA CIDADE ATRAVÉS DO ESPORTE
A partir da análise do relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) publicado em março de 2012 sobre os critérios do modelo de investimento em esporte no Brasil, caracterizada pela concentração no alto rendimento, destaca-se que o potencial de crianças para o esporte e jovens a serem trabalhados para a educação olímpica é de 540 mil no Brasil. Mas o que fazer para que esses jovens brasileiros tenham de fato o direito ao acesso ao esporte garantido? Mentes de Ferro trabalha apoiando projetos e escolinhas de base, inclusive Assessorias que criam seus prórprios braços sociais, lançando projetos sócio esportivos com a sua marca como o Projeto Social Tribus que você assistiu a cima.
Não se sabe a certo o número de assessorias esportivas espalhadas pelo país, mas talvez este seja o trampolim para desenvolver o esporte nacional. Na Europa os clubes produzem atletas, nos Estados Unidos as escolcas e universidades, e aqui? Atualmente são as asssessorias que pagam para o governo uma licença de funcionamento, compram do município, do Rio de Janeiro, por exemplos tendas padronizadas com a LOGOMARCA da prefeitura, aos poucos informados parece até um trabalho socio esportivo oferecido pela prefeitura da "Cidade Olímpica"no entanto quem rala ali e descobre atletas do futuro como os do Bernardo Tilmman no link a cima são as Assessorias esportivas. 
O estudo elaborado pelo TCU declarou que as ações governamentais dos Ministérios deveriam ser mais articuladas entre si e com demais órgãos e instituições do país.
A responsabilidade de garantir  o direito ao esporte não é exclusiva de um setor, chamando a atenção para a necessidade de engajamento e articulação entre todas as partes envolvidas neste processo, isto é, outros atores sociais e econômicos, iniciativa privada, organizações voluntárias e não-governamentais, autoridades locais, indústria, mídia, governo e população. (Brasil, Programa de Investimento no esporte, 2004-2006).
Reafirmando esta questão, Lambis V. Nikolaou, presidente da Comissão de Cultura e Educação Olímpica do COI acrescenta que no mundo de hoje os valores Olímpicos e Paralímpicos sofrem grande pressão, e os jovens da base da pirâmide são a geração que irá traçar o caminho da paz, da educação, da compreensão das diferenças, da busca por estilos de vida mais saudáveis, pela proteção dos recursos naturais do nosso planeta e pelo desenvolvimento sustentável. 

Lambis diz ainda que, para dar conta de resolver problemas sociais, os países sede devem lançar mão do Olimpismo em sua dimensão intersetorial.
Portanto as Assessorias esportivas podem ter o seu papel social ampliado dentro da matriz esportiva brasileira inexistente, segundo relatório do TCU.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

LEGADO CULTURAL? Como? pra quê? Entenda

Pictograma "Vôlei" do Mentes de Ferro - são elementos gráficos que ilustram cada esporte 

EU QUERO CRER QUE O LEGADO CULTURAL OLÍMPICO VÁ PARA ALÉM DAS IMAGENS DO CRISTO E DO PÃO DE AÇÚCAR. E VOCÊ?


SOMOS MAIS! OU NOSSOS GOVERNANTES VÃO TENTAR CAMUFLAR NOSSA REALIDADE, OU CONDUZIRÃO OS VISITANTES POR UM PASSEIO PELA COMPLEXA IDENTIDADE CARIOCA E ENVOLVER A CIDADE NOS JOGOS? #aindadatempo

A partir da análise do relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) publicado em março de 2012 sobre os critérios do modelo de investimento em esporte no Brasil, caracterizada pela concentração no alto rendimento, destaca-se que o potencial de crianças para o esporte e jovens a serem trabalhados para a educação olímpica é de 540 mil no Brasil. Mas o que fazer para que esses jovens brasileiros tenham de fato o direito ao acesso ao esporte garantido?
O estudo elaborado pelo TCU declarou que as ações governamentais dos Ministérios deveriam ser mais articuladas entre si e com demais órgãos e instituições do país. Mais intersetoriais.
A política supracitada enfatiza ainda que promover os valores do Olimpismo vai além da escola ou dos cuidados restritos ao próprio campo da saúde, e induz que a responsabilidade de garantir  o direito ao esporte não é exclusiva de um setor, chamando a atenção para a necessidade de engajamento e articulação entre todas as partes envolvidas neste processo, isto é, outros atores sociais e econômicos, empresas, organizações voluntárias e não-governamentais, autoridades locais, indústria, mídia, governo e população. (Brasil, Programa de Investimento no esporte, 2004-2006).
Reafirmando esta questão, Lambis V. Nikolaou, presidente da Comissão de Cultura e Educação olímpica do COI acrescenta que no mundo de hoje os valores Olímpicos e Paralímpicos sofrem grande pressão, e os jovens da base da pirâmide são a geração que irá traçar o caminho da paz, da educação, da compreensão das diferenças, da busca por estilos de vida mais saudáveis, pela proteção dos recursos naturais do nosso planeta e pelo desenvolvimento sustentável. Diz ainda que, para dar conta de resolver problemas sociais, os países sede devem lançar mão do Olimpismo em sua dimensão intersetorial.

Foto do portal esporteessencial.com.br 
  *O fundador do Movimento Olímpico moderno, o francês Pierre de Cobertin (1863-1937) tinha objetivos educacionais. Ele acreditava que os jovens  precisavam treinar seus corpos assim como suas mentes. Queria que as escolas de seu país incluíssem esportes organizados em seus programas de ensino. Isso é legado cultural olímpico e aqui ele vai começar após os Jogos Rio 2016.

Cobertin Acreditava que suas idéias seriam amplamente divulgadas se organizasse um evento esportivo internacional inspirado na herança dos Jogos Olímpicos da Antiguidade realizados na Grécia.

Em 1894, Pierre de Cobertin convidou colegas e amigos para um congresso, no qual apresentou um plano para reviver os Jogos Olímpicos. O comitê criado para planejar esses Jogos foi chamado Comitê Olímpico Internacional. Seus objetivos estão resumidos nos “Öbjetivos do Movimento Olímpico”, que fazem parte da Carta Olímpica original. Os objetivos de Pierre de Cobertin são hoje chamados de princípios fundamentais.

*Outras fontes: Manual de Educação Olímpica da Comissão do Comitê Olímpico Internacional para a Cultura e Educação Olímpica.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

RELATO - NA ESTRADA



Por Ronaldo Gondim e Rafael Gondim 
Da loja Modern Bike - Barata Ribeiro 752 - esquina c a Bolivar Copacabana - RJ

"Dia 18/12/2015 (6ªfeira) saímos do Rio de Janeiro (Ronaldo, Rafael, Augusto e Fernanda) às 8 horas com destino a Governador Valadares, para distribuirmos os donativos que arrecadamos com os nossos amigos da Modern Bike e parceiros, como o Mentes de Ferro




Passamos pelas cidades de Dom Cavati e Engenheiro Caldas, ambas localizadas as margens da BR 116. Nelas visitamos dois abrigos para crianças com um total de 15 crianças e um asilo, com 15 idosos, nestes locais deixamos brinquedos, roupas e calçados, o problema do Rio Doce não havia afetado estas localidades, porém carência existe em todo lugar. 

Quando conversamos com o pessoal de Engenheiro Caldas ficamos sabendo de que na madrugada do dia 08 terça feira, por volta de 1 hora havia caído uma "tromba" d'água sobre a cidade de ITANHOMI, que durou 2 horas com raios e trovões como nunca se havia visto. 

Pegamos a estrada e no trevo da BR 116, desviamos 45 km, isso já passava de 19 horas, quando chegamos em Itanhomi já passava de 20 horas. No dia seguinte conhecemos a Srª Joana e a Sª Guida, voluntárias da Ordem Vicentina na Igreja Central. Elas elas nos relataram a tragédia que se abateu sobre Itanhomi. A cidade tem aproximadamente 12.000 habitantes. Pela quantidade de chuva e sua intensidade, fez com que os bairros próximos dos  Rios Ipiranga e Queiroga, que atravessam a cidade, e pela força de suas águas foi arrastando casas, animais  de criação e fazendo uma verdadeira devastação. O resultado do dilúvio foi 500 habitações danificadas, destruídas ou interditadas, atingindo cerca de 2000 pessoas. O salão paroquial está sendo usado como o suporte para preparar refeições, selecionar e distribuir as roupas, os calçados e as cestas de alimentos. 

Muitos restaurantes da cidade doaram quentinhas, fazendeiros doaram leite e assim o povo desta pequena cidade, porém com um espírito de solidariedade invejável, vão minimizando o sofrimento dos seus conterrâneos. 

Deixamos Itanhomi às 11 horas do dia 19, indo em direção a Governador Valadares. Chegando na cidade soubemos do abrigo da Dona Zulmira, que fica localizado em uma comunidade carente. Para chegar ao abrigo nos deparamos com uma situação constrangedora, pois havia uma fila com mais de 500 pessoas aguardando, sob um sol escaldante, pois já passava de 13 horas, um caminhão que viria trazendo água mineral pára distribuir com aquelas pessoas. Estávamos com aproximadamente 225 litros de água mineral, ainda bem que não estava à vista, pois o povo estava em ponto de "explodir". Passamos pela fila e finalmente lá em cima chegamos ao Abrigo da Dona Zulmira, onde fomos atendidos pela Técnica em Enfermagem, Carmelinda. O abrigo tem no momento 45 idosos e 27 funcionários, com um consumo médio diário de 100 litros de água mineral. 

Finalizamos aí a nossa missão de levar um pouquinho de um mínimo, que se cada um fizesse, existiriam pessoas menos sofridas. 
NÃO É PRECISO IR LONGE PARA ESTENDER A MÃO DA AJUDA, BASTA OLHAR A SUA VOLTA.
p.s.: As imagens dessa viagem ficarão gravadas para sempre em nossas memórias, foram 1300 km rodados em 36 horas."