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Rio seria candidata à "Capital Mundial dos Esportes"

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Este era o projeto do ACRJ, até os escândalos na pasta do esporte virem a tona   Para não perder o foco e continuar o trabalho CORRETO, rumo a conquista de mais este título para o Rio de Janeiro, o esporte tem que se mostrar sustentável em todas as dimensões (social, econômica, ambiental e política) a  começar pela governança, transparência e a escolha de gestores, NÃO de oportunistas! Um futuro afetado pela degradação ambiental e humana não é um cenário no qual os atletas de elite possam gostar e prosperar, tampouco inspira novos atletas amadores ou profissionais a se dedicar com comprometimento e amor à "camisa". Nas Olimpíadas da China houve a preocupação com a qualidade do ar que os atletas respirariam, versos a performance. A diminuição de espaços limpos, mares limpos, reduz a participação de atletas e o possibilidade de surgimento de novos praticantes. Em Londres , a governança foi essencial para defender aquilo que determinante à eleição desta cidade como sede dos J...

“A Casa que o amor construiu, a Internet abraçou!”

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E como na vida real, o importante é o ato de abraçar. Não importa como e quantas vezes. O importante é abraço. A Casa Ronald McDonald do Rio de Janeiro foi a primeira na América Latina e tem o compromisso em oferecer uma "Casa longe de casa" para crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, mais acompanhante, de outros estados e municípios, em tratamento no Rio de Janeiro. Desde a sua fundação em 1994, a Casa já recebeu mais de 2 mil pequenos pacientes e, só no ano passado, contou com 250 voluntários atuantes.  A Casa Ronald oferece vários programas na área social e psicossocial, como o de distribuição de Bolsa de Alimentos e cursos profissionalizantes para as mães. Atualmente, são 405 voluntários que se dedicam em diversas atividades, desde tarefas administrativas e operacionais até aquelas de atendimento direto às crianças, adolescentes e seus acompanhantes. A primeira Casa Ronald McDonald foi inaugurada em 1974, na Filadélfia, Estados Unidos, com o objeti...

Sustentável 2011_27/09

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Desafios do futuro da economia verde no Brasil e mundial País é apontado como liderança do novo cenário global da Sustentabilidade O 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável reúne mais de 50 especialistas mundiais, empresas, Ongs e sociedade civil em palestras e oficinas sobre o assunto. Organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), o evento apresenta iniciativas diferenciadas com objetivo de discutir os principais rumos da economia verde nos próximos 40 anos. O Chairman do CEBDS e CEO Philips Brasil Marcos Bicudo, destacou projetos no setor como o "Rio Cidade Sustentável" , iniciativa do governo estadual e municipal que visa usar a sustentabilidade em projetos e obras da cidade. "Esse será um dos cases para o Rio +20". O Presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, citou durante a abertura que uma das soluções mais práticas para diminuir o uso da energia comum é utilizar cada vez mais os meios ...

Sustentável 2011_27/09

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Iniciativas sustentáveis do empresariado e perspectivas para a Rio+20 dão o tom do segundo dia do Sustentável 2011 A crescente participação do empresariado brasileiro na área da Sustentabilidade e a as principais perspectivas em torno da Conferência Nações Unidas Rio+20 abriram as discussões do segundo dia do 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável Sustentável 2011. O evento, organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), termina amanhã, 29 de Setembro, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro. Marcos Bicudo, Chairman do CEBDS e CEO da Phillips Brasil apontou durante a plenária De Estocolmo a Rio+20 a ampliação da participação do empresariado em iniciativas de Sustentabilidade. Em 1972, apenas um empresário do setor privado esteve presente. No momento atual temos uma maior participação no processo. Hoje, por exemplo, o CEBDS conta com 64 empresas associadas, destacou. A presidente  do CEBDS, Marina Grossi, completou que não...

5 - Empresas na Amazônia e 6 - as propostas das minorias

      Chegada de empresas na Amazônia; O Rio é a Rua na floresta Amazônica. Os povos milenares da região sobrevivem com a produção própria e a preservação da floresta é condição para essa economia regional . O desenvolvimento tem que partir dessas comunidades, não tão somente de fora para dentro, como sempre aconteceu neste modelo de crescimento adotado pelos militares e perpetuado até os dias de hoje, apesar de todos os avanços ecológicos que ainda estão mais no campo do discurso e reação às exigências da lei do que no da ação. Os povos tradicionais criaram tecnologias de sustentabilidade reais e a existência desses povos a milhares de anos comprova que é possível desenvolver em harmonia com a natureza sem o que se chama de lavagem social, em troca de cultura e as empresas exploram, destroem e sujam. A catequese e conversão para um modelo que de fato inclua a sabedoria tradicional tem que acontecer dentro das empresas. O local action é importane mas não suficiente par...

4-Avanço dos grupos econômicos e agronegócios, mineradoras, rumo à Amazônia Legal;

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O cenário do Brasil contemporâneo no campo é conseqüência de um modelo nacional desenvolvimentista criado pelo regime militar e que persiste nos dias atuais principalmente no campo, na região Norte do país, em um local conhecido como o Polígono da Violência. É a continuidade de uma proposta antiga que se mantém até hoje, mesmo com todo o discurso ecológico (green washing). É na fronteira da Amazônia Legal: Tocantins, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Rondônia que estão os maiores avanços expansionistas do agronegócio. A expansão é acelerada e violenta. Há milhares de anos os povos tradicionais da Amazônia viviam em equilíbrio com a natureza e as suas terras foram distribuídas para estes grupos econômicos, num processo de ocupação violenta da região.   As terras das comunidades locais foram reduzidas e estão concentradas entre as grandes propriedades, facilitando o confronto e camuflando crimes agrários. Dessa forma começou a escalada de violência. A pressão expansionista dos grupos ...

3-Novo Código Florestal (a ser votado no Senado Federal);

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A legislação precisaria ser mais rigorosa e está sendo flexibilizada.  Crimes cometidos na Amazônia seriam perdoados se cometidos até 2008. Até hoje, dos mais de 800 assassinatos que aconteceram apenas 9 mandantes dos crimes foram para o banco dos réus, 8 foram condenados e somente 1 cumpre pena atrás das grades. Charge: Latuff A lei não assusta ninguém e agora os crimes contra o meio ambiente serão apagados .   O crime fundiário já foi perdoado pelo governo Lula, a grilagem é a falsificação dos títulos de propriedade , existem atualmente cerca de 30 milhões de hectares de terras griladas . A PROPOSTA DOS QUE LUTAM PELA TERRA NO NORTE DO PAÍS É QUE: Essas terras sejam retomadas pelo estado e redistribuìdas às populações, mas as terras foram regularizadas em até 1.500 hectares pelo governo e após 3 a 5 anos os proprietários, antigos grileiros ainda vão poder vendê-las.  Existe ainda a condição de laranjas para terras acima de 10 mil hectares.